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CRESCIMENTO ECONÔMICO

A QUALQUER PREÇO

 

 

 

Werno Herckert*
Contador

 

¨Quando o homem derrubar a última árvore, poluir o último rio, matar o último animal, envenenar o último pedaço de terra poderá comer o dinheiro que ganhou?¨ (Autor desconhecido).

Com o início da era industrial, no século XVIII, não havia preocupação com a natureza, era exuberante. Tinha tudo o que o homem precisava. Começou a extrair dela a matéria que precisava para industrializar vários produtos que seriam colocados no mercado consumidor.

A idéia era que a natureza podia dar tudo de uma forma ilimitada e iniciou-se, assim, a devastação de nossas florestas e com isso a diminuição de várias espécies de animais, a poluição dos rios e mares a mortandade de peixes e a diminuição de várias espécies da fauna aquática. A poluição do ar aumentou e trouxe algumas doenças ao ser humano. Houve o cultivo intensivo da terra exaurindo-a e, com isso, a necessidade de uso de fertilizantes químicos e agrotóxicos que afetam a saúde do homem.

Criou-se, assim, dois problemas entre outros; o da água que é essencial à vida na Terra e o aumento gradativo da temperatura no planeta causado por queimadas e a constante poluição do ar por dióxido de carbono lançado pelas indústrias em geral, automóveis, aviões etc.

É notável a degradação por que passa o planeta. Segundo a ONU 66% das terras estão ameaçadas e o Centro Internacional para o Estudo das Terras Áridas e Semi-Áridas, da Universidade do Texas, estimou em 69% o total de área já degradada (seja o solo seja a vegetação, ou ambos) nas terras áridas do mundo. ¨É imprescindível que políticas e práticas de agricultura sustentável sejam postas em prática o mais rápido possível para reverter o processo de desertificação – advertiu o reitor da Universidade das Nações Unidas (UNU), Hans Van Ginkel, que coordenou os esforços de 200 especialistas de 25 países¨. (Ver Jornal do Senado, Brasília, 13 a 19 de agosto de 2007, pg. 11). E segundo Miguel Soto, do Greenpeace da Espanha, ¨As mudanças climáticas está mudando o padrão e a intensidade dos incêndios com conseqüências sociais e econômicas desconhecidas. Os incêndios florestais estão ficando fora de controle na Espanha e em toda à parte sul da Europa, bem como em outras regiões semi-áridas na Califórnia e Austrália. Com modelos de clima prevendo aumento das ondas de calor nos próximos anos, estamos nos aproximando de uma emergência global.¨ (Ver Envolverde – Revista Digital, Redação do Greenpeace, 14.08.2009).

Calorosas discussões entre políticos e especialistas da área econômico-financeira estão em curso, no entanto são esquecidas ou relegadas a plano inferior, as outras demandas que igualmente estão agredindo a sociedade contemporânea. Segundo Leonardo Boff ¨discutir a crise econômico-financeira sem incluir as demais crises: o aquecimento global, a alimentária, a energética e a humanitária é mentir aos povos sobre a real situação da humanidade.¨ (Ver Governos inconscientes e irresponsáveis, ECO-21, Edição 152).

Há uma conscientização mundial em marcha, mas ainda não se tomaram as medidas necessárias para salvar a Terra. Fala-se em desenvolvimento sustentável que é o progresso sem agressão a natureza, mas isto, ainda não está sendo praticado de uma forma suficiente pelas organizações e, assim, também a questão sócio-ambiental a nível mundial. O crescimento econômico a qualquer preço é um erro e a humanidade pagará muito caro por isto se não mudar para uma nova economia onde a natureza seja preservada.

* Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis
Membro da Associação Científica Internacional do Neopatrimonialismo

 

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