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A CONTABILIDADE DO CONHECIMENTO

 

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Aspectos

Visão da era industrial

Visão na era do conhecimento

Percepção do pessoal

Fator de produção e custos

Conhecimento como geração de riquezas

Fluxo de produção

Baseado sobre processos

Baseado sobre idéias

Benefícios s/ inversões

Tendência de baixa

Tendência de alta pela criatividade

Base de poder

Posição hierárquica

Nível de conhecimento

Fluxo de informações

Hierárquica

Redes funcionais e operacionais

Baum & Gonçalves (2001)

Para Stewart (1998), os ativos intelectuais de uma corporação são geralmente três ou quatro vezes mais valiosos que os tangíveis que constam nos livros. Ele diz que os passos para administrá-lo são:

definir a importância do investimento intelectual para o desenvolvimento de novos produtos;

avaliar a estratégia dos componentes e o ativo do conhecimento;

classificar o seu portfolio: o que você tem, o que você usa, onde eles estão alocados;

analisar e avaliar o valor do portfolio: quanto eles custam, o que pode ser feito para maximizar o valor deles, se deve mantê-los, vendê-los ou abandoná-los;

investir, baseado no que se apreendeu nos passos anteriores, identificar espaços que devem ser preenchidos para explorar conhecimento, defender-se da concorrência, direcionar a ação da empresa ou avançar na tecnologia; e

reunir o seu novo portfolio de conhecimento e repetir a operação ad infinitum.

O capital intelectual assume várias formas e por este motivo é difícil de gerenciá-lo. A informatização crescente das empresas, a utilização de sistema de informações em redes, a flexibilidade dos horários (trabalhos feitos em casa), a terceirização dos serviços farão com que o ativo tangível represente uma parcela decrescente em relação ao valor total do patrimônio, acarretando uma diminuição do patrimônio físico tradicional.

Encontram-se em desvantagem, em relação às demais, as empresas que ainda não se deram conta do seu capital intelectual, pois não encontraram a importância do capital intelectual dentro do seu patrimônio. O primeiro passo para o gerenciamento deste capital é identificá-lo, para depois mensurá-lo.

Percebe-se, então, que o gerenciamento do capital intelectual é mais do que apenas o gerenciamento de conhecimentos. Para Edvinsson (1997), é a alavancagem do capital humano e do capital estrutural em conjunto. Trata-se de um efeito multiplicador entre capital humano e capital estrutural. Isso posto, capital intelectual é uma função de gênero e de metas.

O desafio, para o mesmo autor, é a transformação desde a geração de valores para a colheita, captação e rápido compartilhamento de conhecimentos até a alavancagem e capitalização. O objetivo de gerenciamento, via conhecimentos, pode ser definido como a melhora da capacidade de geração de valores da organização via abordagem de conhecimentos. A meta do capital intelectual é a de melhoria da capacidade de gerar valores da empresa, mediante identificação, captação, alavancagem e reciclagem do capital intelectual.

Desta forma, segundo Tinoco (1996), o valor gerado em decorrência do trabalho humano se constitui em um ativo que precisa ser devidamente contabilizado, mensurado, analisado e divulgado.

3.5 – Mensuração do capital intelectual

O maior desafio da Ciência Contábil é saber como avaliar e mensurar o capital intelectual de uma entidade, pois, de acordo com Paulo (2000), o ativo intangível tem relevância sobre o valor da empresa e influencia o poder de geração de benefícios futuros do ativo tangível.

Entre os diversos instrumentos que buscam medir o capital intelectual da empresa, destacam-se:

diferença entre o valor de mercado e o valor contábil;

razão entre o valor de mercado e o valor contábil;

"Q" de Tobim;

Modelo de Stewart;

valor intangível calculado;

Modelo de Edvinsson & Malone;

Modelo de Sveiby;

Modelo Heurístico.

3.5.1 – Diferença entre o valor de mercado e o valor contábil – (CI=VM-VC)

É determinado pela diferença entre o valor contábil e o valor de mercado de uma empresa. Assim tem-se:

Valor de Mercado = preço por ação x nº total de ações

Capital Intelectual= Valor de Mercado (-) Valor Contábil (PL)

Capital Intelectual = Valor de Mercado (-) Valor Contábil

Se o valor de mercado de uma empresa é maior do que o seu valor contábil, faz sentido atribuir a diferença ao capital intelectual. Paiva (1999) diz que essa equação apresenta alguns problemas, devido às variáveis exógenas que interferem no mercado, como por exemplo: se as taxas de juros e as ações da Microsolf caem x%, isso significa que o valor do seu capital intelectual também caiu? Se uma empresa é negociada abaixo do seu valor contábil, isso significa que não tem mais ativo intelectual?

Outro ponto desfavorável é que tanto o valor contábil quanto o de mercado podem estar subestimados, o que, em ambos os casos, interfere no resultado.

3.5.2 – Razão entre o valor de mercado e o valor contábil (CI=VM/VC)

Este indicador elimina em boa parte os fatores exógenos que afetam todas as empresas de um setor de forma mais ou menos semelhante. Segundo Paiva (1999), os boatos – que influenciam o valor de mercado – são filtrados pelo próprio mercado e por isso este indicador é adequado como base de comparação e evolução ao longo de um determinado período ou mesmo como base comparativa com os concorrentes.

Em ambos os modelos (CI=VM-VC e CI=VM/VC), existe uma simplificação, em virtude de que a maioria dos ativos físicos ou financeiros está representada no Balanço Patrimonial pelos seus custos históricos e não pelos custos de reposição.

3.5.3 – "Q" de Tobim – (Q=VM/CR)

Desenvolvido pelo economista James Tobim, este método é a comparação entre o valor de mercado e o seu custo de reposição dos ativos. Este método prevê decisões de investimentos independentemente de influências macroeconômicas. Mesmo não sendo uma medida desenvolvida para medir especificamente o capital intelectual, é um bom referencial, ao comparar o valor de mercado da empresa e o custo de reposição de seus ativos.

Stewart (1998) diz que: se o "Q" for menor que 1 – ou seja, se um ativo vale menos que seu custo de reposição –, é improvável que uma empresa compre novos ativos do mesmo tipo; por outro lado, se o "Q" for maior que 1 – ou seja, um ativo vale mais do que seu custo de reposição –, as empresas tendem a investir mais naquele tipo de ativo.

É possível calcular o "Q" de Tobim para ativos específicos, como veículos, máquinas, edificações, ou para empresa como um todo. Nas indústrias de software, onde o capital intelectual é abundante, o "Q" de Tobim tende para um número igual ou superior a 7 (sete) ou mais e nas companhias de capital físico, este indicador tende para valores aproximados de 1 (um).

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