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A CONTABILIDADE DO CONHECIMENTO

 

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3.6 – Capital intelectual: o desafio para a Contabilidade

O capital intelectual proporciona uma vantagem competitiva, porque é a soma do conhecimento de todos em uma empresa. Porter (1993) ressalta que essa vantagem é superior, pois depende de investimentos constantes e cumulativos, que criam bens concretos e abstratos, na forma de reputação, relações com os clientes e conjunto de conhecimentos especializados. As vantagens competitivas de ordem superior não só são mais sustentáveis como também estão associadas a níveis superiores de produtividade.

Donkin apud Antunes & Martins (2002) afirma que as empresas vêm percebendo que o valor contábil de seus ativos fixos está, em muitos casos, diminuindo em relação ao seu valor de mercado, já que este valor está sendo medido em termos de capacidade que possuem de exploração de seu conhecimento.

A predominância da informação na cadeira de valor, o investimento em equipamento capital da Sociedade do Conhecimento, a substituição de materiais e ativos físicos pelo conhecimento, a iniciativa dos mercados de trabalho em recompensar o trabalho baseado no conhecimento demonstram claramente que, atualmente, quando alguém investe em uma empresa, este suposto investidor está comprando um conjunto de talentos, capacidade, habilidade e idéias.

Sendo a Contabilidade uma ciência social teria, forçosamente, de acordo com Sá (2002), que acompanhar as transformações ambientais no que se caracterizam como causas agentes no patrimônio celular. Diz ainda que o estudo do "imaterial" agregado à riqueza já era feito há quase um século, com grande seriedade, pelas correntes doutrinárias italianas e Fábio Besta, em sua obra, do início do século XX, já as definia como sendo: "o valor que a empresa próspera tem por si mesma independentemente dos seus bens, ou seja, um maior valor que ela adquire [...]"

Sá (2002) continua, dizendo que a matéria não é nova, mas a séria transformação econômica e social dos últimos vinte anos exigiu recente postura na observação dos intangíveis agregados como capital, sugerindo, inclusive, uma especialidade contábil para o estudo da questão.

Como a Contabilidade transforma os dados em informações úteis para a tomada de decisão, faz-se necessário fornecer informações precisas em tempo correto.

Na Contabilidade tradicional, o capital intelectual não se enquadra, devido a variáveis que não repercutem no resultado de imediato da empresa, como, por exemplo, citado por Paiva (1999), a lealdade da clientela, desenvolvimento da competência dos empregados e satisfação dos empregados. Correspondem a ativos de natureza intangível, que são a categoria de ativos de mais difícil avaliação, por não possuírem existência física, apesar de representarem valor patrimonial para a empresa.

Não é novidade nenhuma para os contabilistas lidar com ativo intangível, como, por exemplo, a contabilização de direitos autorais, marcas, patentes, portanto, esses representam apenas parte do capital intelectual.

Uma das grandes dificuldades encontradas pelos contabilistas é a cumplicidade que se estabelece entre a empresa e o empregado. Sabe-se que o capital intelectual é volátil, pois as empresas não podem contar sempre com ele. As pessoas que detém o conhecimento podem amanhã ou depois estar trabalhando para um concorrente da empresa, pois não são propriedade da companhia, mas considerados ativos.

É interessante a colocação de Stewart (1998), ao dizer que é característico das empresas do conhecimento eliminar de seus balanços os ativos fixos. Quanto menos ativos, melhor; desde que tenha capital intelectual, a empresa pode conseguir receitas, sem a carga e as despesas de gerenciar os ativos e pagar por eles.

O estudo do capital intelectual é uma maneira de se tentar esclarecer, conforme declaram Edvinsson & Malone (1998), as informações subjetivas, semi-ocultas, sobre uma empresa, que se encontram escondidas nas notas explicativas do Balanço Patrimonial.

Alguns princípios, normas e conceitos não são aplicáveis na Sociedade do Conhecimento, pois precisam ser reavaliados, como, por exemplo citado por Paiva (1999), o Princípio do Registro pelo Valor Original – custo de aquisição de devidos ajustes: depreciação – pacificamente aceito para avaliar os ativos da empresa, não se aplica aos ativos intelectuais. Um sistema de custos contábeis, que considere apenas o custo do material e da mão-de-obra, não mais responde adequadamente a essa nova realidade, pois muitos dos componentes do custo de um produto se referem aos ativos intelectuais.

Os relatórios financeiros não indicam o valor de quaisquer ativos de uma organização. Como diz Flamholtz apud Pacheco (1996), eles reportam o custo depreciado dos ativos como um substituto para valor. Adicionalmente, relatórios financeiros não informam aos investidores os investimentos feitos em ativos humanos por uma organização. A Contabilidade convencional trata os investimentos em recursos humanos como despesas em vez de tratá-los como ativos.

Então, isto significa uma distorção, porque empresa nenhuma investiria em capital humano, um ativo com benefícios futuros esperados, que agrega valor em seu produto e/ou serviço, gerador de Capital Intelectual. Valor agregado para Maital (1996) é o valor, por exemplo, que um carpinteiro agrega à madeira que comprou, depois que esta é transformada em uma mesa. É a diferença entre o custo da madeira para o carpinteiro e o valor da mesa quando ele a vende. O autor acrescenta que, no caso de produtos baseados em conhecimento, por exemplo, o custo do silício e das substâncias utilizadas na fabricação dos microprocessadores em relação ao valor que possuem, assim como o custo dos disquetes em que um software, é gravado em relação ao preço e ao valor desses softwares.

Neste contexto, verifica-se que valor agregado fornece informações vitais sobre remuneração de empregados, que podem ser utilizadas por eles mesmos e por outros usuários interessados na relação entre atividades de recursos humanos versus desempenho e valor da empresa.

Portanto, a Contabilidade não tem levado em consideração, apesar da grande repercussão patrimonial, esses ativos, como o faz com os demais ativos, na avaliação patrimonial e divulgação de suas informações. Porém, vários estudos estão sendo feitos, em busca de uma metodologia adequada para mensurar este tipo de capital.

Paiva (1999) faz os seguintes questionamentos:

√ Será que o Capital Intelectual é totalmente quantificado?

√ Como avaliar e contabilizar adequadamente os ativos intelectuais – o conhecimento em si -, considerados a principal parte do Capital Intelectual?

√ Como demonstrar a valorização patrimonial que ocorre com o Capital Intelectual?

√ Qual o efeito patrimonial acarretado pela saída de um grupo de empregados envolvidos em pesquisas e desenvolvimento?

√ Como avaliar o retorno do investimento realizado no Capital Intelectual?

São questionamentos para os quais ainda não se tem as devidas respostas.

A Contabilidade, segundo Sá (2002), como ciência do patrimônio, não poderia estar alheia a todos esses câmbios de situações e esta é a razão que justifica novas teorias e maiores e melhores tecnologias de aplicação nas áreas dos elementos imateriais no capital.

Se a nova realidade demonstra que esses elementos agregam valor às empresas, Antunes & Martins (2002) dizem que a Contabilidade deve considerar tais ativos intangíveis e desenvolver uma forma de evidenciá-los, se for esse o caso, mas não se pode esquecer que evidenciar o valor da empresa não é objetivo do Balanço Patrimonial, pelo menos até o momento. Portanto, fica claro que a mensuração das transações envolvendo o patrimônio de uma entidade, cuja função pertence à Contabilidade, é demasiadamente complexa e que as críticas ao Balanço Patrimonial não procedem por inteiro.

Mas eis o grande desafio para a Contabilidade atualmente, ressalta Straioto (2000): demonstrar a natureza dinâmica e intangível da criação de valor da empresa moderna. Os profissionais da área contábil, conscientes quanto a estas limitações, têm recebido influências de novos conceitos, metodologias e modelos que visam acrescentar ao papel informativo da Contabilidade, adequando-a às necessidades informativas de usuários cada vez mais exigentes.

 

3.7 – Sugestão do Capital Intelectual No Balanço Patrimonial

O capital intelectual é definido por Stewart apud Padoveze (2000) como sendo o domínio de conhecimentos, experiência acumulada, tecnologia da organização, relacionamentos com clientes e habilidades profissionais, de modo a dar vantagem competitiva para a empresa que detém um capital intelectual diferenciado. Na realidade é um conjunto de talentos, capacidades, habilidades e idéias.

Partindo da premissa que essa nomenclatura de capital intelectual é para diferenciar esse ativo intangível dos demais ativos físicos da empresa, o valor da empresa, então, é o somatório do capital intelectual mais o capital físico, representado pelos ativos tradicionais.

Posto isto, como diz Padoveze (2000), a Contabilidade tradicional está enfrentando um grande desafio, tendo em vista que seus proponentes entendem que o capital intelectual é passível de mensuração econômica, e, portanto, deve figurar no ativo da empresa, juntamente com os demais ativos tradicionais.

 

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