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A CONTABILIDADE DO CONHECIMENTO

 

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√ Programas de treinamento e suporte especialmente direcionados aos empregados temporários de período integral.

√ Programas de treinamento e suporte especialmente direcionados aos empregados temporários de tempo parcial.

√ Investimento no desenvolvimento de parcerias/joint-venture.

Upgrades no sistema.

√ Investimentos na identificação da marca (logotipo/nome).

√ Investimento em novas patentes e direitos autorais.

Quanto ao índice de coeficiência "i" do capital intelectual, este é obtido, de acordo com Antunes & Martins (2002), por meio de indicadores mais representativos de cada área de foco expressos em porcentagens, quocientes e índices, cuja média aritmética dos índices permite colocá-los em uma porcentagem única. Esses parâmetros,de acordo com os autores, referem-se a:

 

A seguir, sugere-se como deve aparecer o capital intelectual no balanço patrimonial.

CAPITAL INTELECTUAL NO BALANÇO PATRIMONIAL

Ativo Passivo

Balanço tradicional

Investimentos tangíveis Capital financeiro

Bens e direitos

Balanço intelectual

Propriedade intelectual

Goodwill

Tecnologia Capital intelectual

Competência

Outros

Total do ativo Total do passivo

Balanço total

Valor da empresa

Fonte:Padoveze (2000; p. 8)

Sendo o capital humano um componente do capital intelectual, Leone apud Straioto (2000) propõe a inclusão dos recursos humanos e seus desdobramentos no ativo, bem como os gastos de investimentos em ativos humanos e sua amortização no Balanço Patrimonial de uma organização, como é demonstrado a seguir:

BALANÇO PATRIMONIAL – EMPRESA "X"

Incluindo os itens relacionados à Contabilização dos Recursos Humanos

1 - ATIVO

. Ativo Circulante

. Ativo Realizável a Longo Prazo

Ativo Permanente

. Ativo Imobilizado

Estrutura de apoio aos RHs.

Depreciação Acumulada

. Ativo de Investimento

Investimentos em RHs.

Avaliação

Reavaliação

Desvalorização

. Ativo Diferido

Gastos de Investimentos em RHs.

Amortizacão de gastos em RHs.

Fonte: Grupo de ativo - Leone, apud Straioto (2000)

Diz a autora que este modelo de Balanço de Recursos Humanos poderá ser elaborado pela Contabilidade em conjunto com o departamento responsável pela administração dos recursos humanos da empresa.

Outro modelo proposta por Straioto (2000) é a criação da fórmula para mensurar o valor agregado ao valor da empresa em todos os seus níveis (do chão de fábrica até os gerentes e ou executivos), onde cada nível demonstrará o valor agregado ao valor da empresa e ao produto, conforme o grau de escolaridade dos funcionários. Seria o capital intelectual aplicado de cada nível ao produto ou serviço nas etapas do ciclo operacional da empresa.

Para isto, seria necessário abrir a conta salários no plano de contas da Contabilidade, também em níveis, como é demonstrado a seguir:

BALANÇO PATRIMONIAL – EMPRESA "X"

Incluindo os itens relacionados à Contabilização dos Recursos Humanos

2 - PASSIVO

Passivo Circulante

. Obrigações Trabalhistas e Sociais

01 Salários e encargos sociais nível 1 – (1ª a 4ª série Ensino Fundamental)

02 Salários e encargos sociais nível 2 – (5ª a 8ª série Ensino Fundamental)

03 Salários e encargos sociais nível 3 – (Ensino Médio e/ou Curso Técnico)

04 Salários e encargos sociais nível 4 – (Graduação)

05 Salários e encargos sociais nível 5 – (Especializações em Geral)

Fonte: Grupo do passivo - Straioto (2000)

Depois, calcula-se o quanto em cada fase do processo produtivo cada nível agrega de valor à empresa, conforme é demonstrado no quadro 4.

Quadro 4 – Agregando valor a empresa

ITENS

VALOR $

ANO 1%

ANO 2%

VENDAS

     

(-) Compras de Bens/Serviços e Juros

     

(-) Impostos

     

Municipais

     

Estaduais

     

Federais

     

= VALOR AGREGADO DA EMPRESA

     

(-) Valor Agregado dos acionistas (custo de oportunidade)

     

(-) Custos Operacionais e Administrativos

     

PROCESSO PRODUTIVO Nº1/2/3/4/5/....n

     

Salários Nível 01

     

Salários Nível 02

     

Salários Nível 03

     

Salários Nível 04

     

Salários Nível 05

     

= Valor Agregado Processo Produtivo 1/2/3/4/5....n

     

(-) Depreciação

     

= VALOR AGREGADO POR NÍVEL DE ESCOLARIDADE A CADA FASE DO PROCESSO PRODUTIVO.

     

Fonte: Straioto (2000)

Assim, calcula-se o valor agregado por nível de escolaridade, cada fase do processo produtivo, da seguinte forma, conforme Straioto (2000): primeiramente deve-se computar o valor total do valor agregado da empresa. Isso corresponde à receita total da empresa (o que ela fatura com a venda de produtos e/ou serviços), menos todos os impostos e despesas de compras (custo de matéria-prima e produtos acabados, peças, energia e serviços, incluindo o pagamento de juros).

Depois é preciso deduzir o valor agregado dos acionistas, que é o valor total do capital dos acionistas multiplicado pela taxa de juros referente a esse capital. Este valor agregado corresponde aos juros que os acionistas teriam direito se tivessem aplicado o dinheiro em outro investimento com a mesma taxa de risco que é o custo de oportunidade.

Outros componentes deverão ser ainda subtraídos, que são os custos operacionais e administrativos, para se obter o valor da contribuição de cada nível ao valor agregado. Esses custos abrangem a folha de pagamento (incluindo pagamento aos administradores, gratificações, salários indiretos, planos de saúde e aposentadoria) e a depreciação. O valor agregado pelos níveis de escolaridade é o resultado da dedução dos custos operacionais e administrativos.

Este modelo permite contribuir como uma ferramenta para gerenciar o capital intelectual.

4 – Conclusão

Com as mudanças econômicas, tecnológicas, políticas e sociais, houve uma profunda alteração da estrutura e dos valores da sociedade. Nessa nova era, o conhecimento passou a ter uma importância fundamental em todas as atividades econômicas, como seu principal ingrediente.

Em vista disso, é fundamental que a administração tenha alguns cuidados para que os funcionários considerados como capital intelectual do departamento não mudem para outras áreas (ou empresas) e mesmo que permaneçam, não percam a motivação para o constante aperfeiçoamento.

O problema todo consiste em mensurar esse capital intelectual. A grande questão é saber como identificar e disseminar o conhecimento gerado dentro da empresa, promovendo a transformação de material intelectual bruto gerado pelos ingredientes da organização em capital intelectual, e que garanta uma trajetória de crescimento e desenvolvimento.

Sabe-se que existe a consciência da necessidade de continuar com estudos e definições, a fim de tornar o capital intelectual uma ferramenta gerencial cada vez mais eficiente, ou mesmo uma demonstração como parte integrante das Demonstrações Contábeis, pois o modelo tradicional de Contabilidade, que descreveu com tanto brilho as operações das empresas durante meio milênio, não tem conseguido acompanhar a revolução que está ocorrendo no mundo dos negócios.

Apesar das dificuldades encontradas na busca da mensuração desse grande ativo que é o capital intelectual, a ciência contábil está procurando dar a sua contribuição em mais uma tarefa árdua de avaliação de todos os elementos que interagem sobre o patrimônio.

Todavia, não se pode deixar de reconhecer a necessidade premente de mudanças e alguns ajustes nos sistemas e práticas contábeis para que essa nova realidade seja devidamente reconhecida e refletida nos registros contábeis. Na verdade, as informações sobre o capital intelectual vêm a complementar e ampliar as informações contábeis atuais.

Referências Bibliográficas

ANTUNES, M. T. P. MARTINS, E. Capital intelectual: verdades e mitos. Revista de Contabilidade & Finanças da USP – FEA – Departamento de Contabilidade e Atuaria. São Paulo – SP, ano XIII, nº 29, p.41-54, mai/agos.2002.

BAUM, M. S. GONÇALVES, O. Ativos intangíveis – mensurar ou ignorar. In CONVENÇÃO DE CONTABILIDADE DO RIO GRANDE DO SUL, 8., 2001, Gramado. Anais da VIII Convenção de Contabilidade do Rio Grande do Sul. Gramado: RS, 2001. v.3, p.101-120.

CRAWFORD, E. Na era do capital humano. O talento, a inteligência e o conhecimento como forças econômicas, seu impacto nas empresas e nas decisões de investimento. São Paulo: Atlas, 1994.

DRUCKER, P. Uma era de descontinuidade. Rio de Janeiro: Zahar, 1970.

DUFFY, Daintry. Uma idéia capital. HSM Management. Revista de Informação Conhecimentos para Gestão Empresarial. São Paulo – SP: ano 4, nº 22, p.72-78, set/out/2000.

EDWINSSON, L. O capital intelectual como instrumento de gestão. Administração e finanças. Case Studies – Skandia. Insight. jul/ago. 1997.

EDWINSSON, L. MALONE, M. S. Capital intelectual: descobrindo o valor real de sua empresa pela identificação de seus valores internos. São Paulo: Makron Books, 1998.

JÓIA, L. A. Medindo o capital intelectual. Revista de Administração de Empresas.. São Paulo – SP, v. 41, nº 2, abr/jun. 2001.

LOPEZ, J. A. Medición y valoracion Del capital intelectual. La Revista Técnica Contable, enero 2000.

MAITAL, S. Economia para executivos: dez ferramentas para empresários e gerentes. Rio de Janeiro: Campus, 1996.

OLIVEIRA, F. M. G. SILVA, Mariana Maciel da. Capital intelectual. http://www.dep.ufscar.br/pet/kintelec.htm. Acesso em: 02 jul.2002.

PACHECO, V. Uma contribuição ao estudo da contabilidade de recursos humanos e seu poder de informação. 1996. Dissertação (Mestrado) Universidade de São Paulo, FEA/USP.

PADOVEZE, C. L. Aspectos da gestão econômica do capital humano. Revista de Contabilidade do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo. São Paulo – SP, ano IV, nº 14, p.4-10, dez/2000.

PAIVA, S. B. O capital intelectual e a contabilidade: o grande desafio no alvorecer do 3º milênio. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília – DF: ano 28, nº 117, p.76-82, mai/jun.1999.

PAULO, E. Capital intelectual: formas alternativas de mensuração. In. CONGRESSO BRASILEIRO DE CONTABILIDADE, 16., 2000, Goiânia. Anais do XVI Congresso Brasileiro de Contabilidade. Goiana: GO, 2000.

PORTER, M. E. Vantagem competitiva das Nações. Rio de Janeiro: Campus, 1993.

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STEWART, T. A. Capital intelectual: a nova vantagem competitiva das empresas. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

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SVEIBY, K. E. A nova riqueza das organizações: gerenciando e avaliando patrimônio de conhecimento. 5ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

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