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O DESPERTAR DE UMA CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA NA CONTABILIDADE

 

AUTORIA: Maria Elisabeth Pereira Kraemer

Contadora, CRC/SC nº 11.170, Professora e Integrante da Equipe de Ensino e Avaliação na Pró-Reitoria de Ensino da UNIVALI – Universidade do Vale do Itajaí. Mestre em Relações Econômicas Sociais e Internacionais pela Universidade do Minho-Portugal. Doutoranda em Ciências Empresariais pela Universidade do Museu Social da Argentina. Integrante da Corrente Científica Brasileira do Neopatrimonialismo e da ACIN – Associação Científica Internacional Neopatrimonialista

ENDEREÇO: Avenida Joca Brandão nº 111, Edifício Dona Emília, apto 902 - Centro.

CEP 88.301-300 - ITAJAÍ – SC – BRASIL

E-mail: beth.kraemer@terra.com.br

TELEFONE/FAX: (0XX) 47-3446558

 

O DESPERTAR DE UMA CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA NA CONTABILIDADE

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Os partícipes podem ser: diretores, empregados, acionistas, comunidade local, administração pública, clientes, fornecedores, investidores, bancos e entidades financeiras, seguradoras, organizações ecológicas, universidades e centros de pesquisas e seus interesses estão descritos no quadro 1.

 

Quadro 1 - Interesses específicos de cada partícipe

PARTÍCIPE

PRINCIPAIS INTERESSES

1 – Trabalhadores

Garantia de emprego. Salários. Orgulho e sentimento de dignidade. Saúde e segurança no lugar no trabalho

2 – Comunidade local

Riscos de saúde. Ruídos. Odores. Resíduos expelidos no solo, água e ar. Conhecimento da atividade da empresa. Riscos de acidente.

3 – Clientes e fornecedores

Qualidade dos produtos. Preços. Segurança nos produtos. Garantia nos produtos.

4 – Administração pública

Cumprimento da legislação. Acidentes e denúncias. Consumo de recursos. Evidência de que a empresa cumpre seus compromissos ambientais.

5 – Entidades financeiras, investidores e acionistas

Resultados financeiros. Informações sobre responsabilidade ou obrigações legais e respeito a terceiros. Custos ambientais e sua gestão. Investidores ambientais. Vantagens comerciais relacionadas com a gestão ambiental. Custo do não cumprimento legal.

6 – Organizações ecológicas

Informação ambiental no âmbito local. Impacto nos ecossistemas. Impactos ambientais do produto ou serviço.

Fonte: Fundació Fórum Ambiental (1999).

5 - Áreas da Contabilidade Ambiental

As três grandes áreas que classificam os instrumentos da Contabilidade Ambiental são produção (aspectos), direção (decisões) e meio ambiente (impactos).

5.1 - Aspectos ambientais – são os elementos específicos das atividades, produtos ou serviços da empresa que podem interagir positivamente ou negativamente com o meio ambiente.

5.2 - Decisões ambientais – incluem todas as políticas, estratégias, planos de ação e instrumentos de trabalho que a direção da empresa adota para desenvolver uma gestão ambiental determinada da companhia.

5.3 - Impactos ambientais – definem-se como toda troca do meio ambiente, seja adversa ou benéfica ao seu resultado, total ou parcialmente, das atividades, produtos ou serviços da empresa.

6 - Momentos da Contabilidade Ambiental

Existem três momentos no processo definido de Contabilidade Ambiental, de acordo com a Fundació Fórum Ambiental (2001).

6.1 - Medida – consiste na obtenção de dados relevantes. Para isto é preciso ter definidas, antes, as áreas de influência ambiental e de criação de valor que devem ser estudadas e os indicadores a utilizar para obter a informação adequada de cada aspecto relevante dentro de cada área.

Uma vez estabelecidas a finalidade, os destinatários e os critérios da Contabilidade Ambiental, podemos entrar no detalhe de suas três etapas principais: a medida, a avaliação e a comunicação.

O que é feito, neste estado, é transformar informações dispersas e heterogêneas em dados úteis, comparáveis e analisáveis.

O principal instrumento de medida são os indicadores ambientais que expressam informação útil e relevante sobre a atuação ambiental da empresa e sobre seus esforços por influenciar em tal atuação.

6.2 - Avaliação – consiste na análise e conversão dos dados em informação útil para tomada de decisão, assim como na valoração e ponderação desta informação.

Uma vez medida a atuação ambiental da empresa, com a ajuda dos indicadores, transformamos uma informação dispersa em um sistema de dados. É o momento de avaliar e analisar estes dados, comparando a realidade com os objetivos, políticas e recursos da empresa.

Nesta fase, há duas atividades importantes a realizar:

- analisar, depurar e explorar os dados para obter informação requerida, de modo que se possam tomar decisões na empresa;

- avaliar tal informação através da comparação, da ponderação e a análises da carteira ambiental.

6.3 - Comunicação – da atuação ambiental da companhia, tanto faz dentro como fora da empresa. Tal processo de comunicação consiste na transmissão de informação sobre a atuação ambiental da empresa e dos partícipes (stakeholders) externos ou internos, sobre a base da valoração que a direção realiza sobre as necessidades e interesses, tanto da empresa como dos diferentes partícipes.

6.3.1 - Destinatário e motivos (para quem?) – A comunicação pode interessar a um grande número e partícipes, com interesses e prioridades distintos. A partir daí, deve-se estabelecer o conteúdo e a forma da comunicação que mais convém aos interesses da empresa e das demandas dos distintos partícipes. O quadro 2 discorre sobre os motivos pelos quais os partícipes necessitam de informação ambiental.

Quadro 2 - Necessidade de informação ambiental

PARTÍCIPES

POR QUE QUEREM INFORMAÇÃO AMBIENTAL

 

1 – Trabalhadores

-Comprovar que seu empresário é responsável e que qualquer risco ambiental ou de saúde se administra eficazmente.

-Avaliar como seu trabalho tem contribuído e a atuação ambiental do conjunto da empresa.

-Compreender quais as razões que levam a empresa a investir ambientalmente e como estas ações podem afetar seus empregos e lugares de trabalho.

2 - Comunidade local

-Compreender como as operações da empresa afetam a qualidade do ar, da água e do solo no âmbito local.

-Conhecer a existência de processos e programas em marcha para administrar os riscos e os impactos ambientais.

 

3 – Clientes

-Avaliar a conveniência da empresa como potencial fornecedor.

-Comparar a atuação da empresa com a de fornecedores alternativos.

-Estar informados sobre possíveis riscos e responsabilidades ambientais potenciais.

-Estar informados dos impactos ambientais associados com produtos e serviços que eles compram.

4 - Fornecedores

-Compreender o estabelecimento de seu cliente a respeito da gestão ambiental

-Conhecer se seu cliente estabelece algum requisito prévio aos fornecedores antes de contratar ou comprar.

 

5 – Administração pública

-Conhecer com precisão o que a empresa está fazendo para administrar e melhorar sua atuação ambiental.

-Assegurar o cumprimento legal por parte da empresa.

-Tomar idéias da prática empresarial para o desenho de novas normas reguladoras.

6 – Entidades financeiras, investidores e acionistas.

-Avaliar o risco financeiro para poder tomar decisões ponderadas nos campos do seguro, crédito e investimento.

7 – Entidades de promoção ambiental

-Identificar exemplos de boas práticas.

-Imitar as melhores atuações ambientais

 

8 – Organizações ecológicas

-Conhecer o impacto ambiental potencial da empresa no território.

-Ter bases para intervir possíveis denúncias ou reclamações contra a empresa ou outras empresas do mesmo setor ou território.

-Obter evidência e pontos de referência para suas campanhas de sensibilização e educação ambiental.

Fonte: Fundació Fórum Ambiental (2001).

6.3.2 - Objetivos e tipologia da comunicação (para quê?) – A partir daí, a empresa pode e deve estabelecer seus objetivos da comunicação ambiental em cada caso, assim como a tipologia ou forma de comunicação mais adequada.

Abaixo, resumimos alguns objetivos estabelecidos por cada partícipe, assim como a mensagem a lançar por parte da empresa como instrumentos de comunicação mais adequados (quadro 3).

 

 

Quadro 3 - Objetivos estabelecidos por partícipe, mensagem da empresa e instrumento de comunicação.

PARTÍCIPES

OBJETIVOS

MENSAGENS

MEIOS DE COMUNICAÇÃO

Trabalhadores

-Informar as boas práticas ambientais e seus motivos

Política ambiental, objetivos e resultados.

Informe ambiental, Informe social, Memorando anual, Boletim interno de empresa.

Comunidade local

-Melhorar a compreensão sobre atividades ambientais na empresa.

-Prevenir protestos e denúncias

Limitação da contaminação, gestão dos resíduos responsáveis, atenção aos interesses da comunidade.

Informe ambiental, Visita à empresa, Boletim, Departamento de Comunicação, Notas de imprensa, Grupos adhoc de estabelecimento de problemas.

Clientes e fornecedores

-Assegurar novos contratos com eles.

-Aumentar quota de mercado.

-Atrair novos clientes

Vendemos produtos ambientalmente seguros, desejo de contribuir com a segurança do consumidor, transparência ante problemas ambientais, desejo de conhecer as demandas do fornecedor.

Marketing, etiquetas ambientais de produto, mala direta a clientes e a grande fornecedores.

Administração pública

-Informar de nossas boas práticas de gestão ambiental.

Atividades ambientalmente responsáveis, resumo de custos e benefícios das atuações ambientais.

Informe ambiental, Certificado ISO, negociação.

Entidades financeiras e investidores

-Mudar percepção de risco.

-Melhorar a taxa de crédito.

-Atrair investidores.

-Futuro dos produtos.

Gestão do risco, economia de custos através de uma melhor gestão ambiental.

Informe ambiental, Informe social, Memória anual, Boletim, Informação de imprensa.

Acionistas

-Aumentar o preço da ação.

-Reafirmar os acionistas.

-Atrair novos acionistas.

Gestão do risco, economia de custos através de uma melhor gestão ambiental.

Informe ambiental, Informe social, Memória anual, Boletim, Informação de imprensa.

Organizações ecológicas

-Mudar sua percepção da empresa.

-Dar uma base de fato para as discussões sobre as atividades da empresa

Melhora da atuação ambiental, interesses em cooperar para melhorar os temas ambientais

Informe ambiental, Visitas, Memorando anual, negociações, Boletim, Informação de imprensa.

Fonte: Fundació Fórum Ambiental (2001).

7 - Classificação da Contabilidade Ambiental

A EPA – Environmental Protection Agency (2002) classifica os tipos de Contabilidade Ambiental conforme o quadro 4.

Quadro 4 – Classificação da Contabilidade Ambiental

Tipos de Contabilidade Ambiental

Enfoque

Dirigido a usuário

a) Contabilidade Nacional

Macroeconômico, Economia Nacional

Externo

b) Contabilidade Financeira

A empresa

Externo

c) Contabilidade Gerencial ou de Custos

A empresa, Departamentos, Linha de Produção, etc

Interno

Fonte: http://es.inel.gov/partners/acctg/acctg.htm

7.1 - Contabilidade Nacional – é uma medida macroeconômica. O termo Contabilidade Ambiental está referido na Economia Nacional. Por exemplo: o termo Contabilidade Ambiental pode ser usado em unidades físicas ou monetárias de acordo com o consumo de Recursos Naturais da Nação, sejam renováveis ou não renováveis. Neste contexto, a Contabilidade Ambiental tem sido denominada "Contabilidade de Recursos Naturais".

7.2 - Contabilidade Financeira – relacionada com a preparação dos estados financeiros que estão baseados de acordo com os Financial Accounting Standards Board (FASB) y a los Generally Accepted Accounting Principles ( GAAP). A Contabilidade Ambiental, neste contexto, está referida à estimação e informação das responsabilidades ambientais e os custos do ponto de vista financeiro.

7.3 - Contabilidade Gerencial – é o processo de identificação, compilação e análise de informação, principalmente para propósitos internos. Está dirigida à administração dos custos, em especial para tomada de decisões administrativas no âmbito da produção e outro.

Neste sentido, podemos determinar que existem três possíveis contextos onde se aplica o termo Contabilidade Ambiental, um aplicado na Contabilidade Nacional, englobando aspectos macroeconômicos, e os outros dois relacionados mais à realidade microeconômica, com uma unidade empresarial, que é a que nos interessa.

Posto isto, pode-se definir a Contabilidade de Gestão Ambiental como a identificação, estimação, a análise, o relatório interno, e o uso dos materiais e da informação do fluxo da energia, da informação ambiental do custo, e de outras informações dos custos para a tomada de decisão convencional e ambiental dentro de uma organização.

A aplicação da Contabilidade de Gestão Ambiental pode potenciar grandes poupanças de custos na gestão de resíduos, dado que os custos de manuseio e de deposição de resíduos são relativamente fáceis de definir e de imputar a produtos específicos. Outros custos ambientais, incluindo os custos da conformidade ambiental, custos legais, deterioração da imagem da empresa e riscos e responsabilidade ambiental são mais difíceis de avaliar.

A Contabilidade de Gestão Ambiental, segundo a EPA (2002):

- focaliza nos custos internos à companhia;

- não inclui custos externos à sociedade;

- dá ênfase particular na contabilidade para custos ambientais;

- abrange não somente a informação ambiental e outra do custo, mas também informação explícita em fluxos do exame e os fatos dos materiais e da energia;

- a sua informação pode ser usada para a maioria de tipos de atividade ou de tomada de decisão da gerência dentro de uma organização, mas é particularmente útil para atividades ambientais proativas da gerência.

Neste contexto, a Contabilidade de Gestão Ambiental incorpora e integra dois dos três blocos de edifício do desenvolvimento sustentável: ambiente e economia.

A informação da Contabilidade de Gestão Ambiental serve essencialmente para ser utilizada internamente pela empresa nas suas tomadas de decisão. A nível interno, os procedimentos incluem: medições físicas do consumo de materiais e energia, fluxos de deposição e deposição final, avaliação monetária de custos, poupanças e receitas relacionadas com atividades que apresentam potenciais impactos ambientais.

 

8 - Benefícios da Contabilidade de Gestão Ambiental

8.1 - Benefícios potenciais à indústria

- identifica, estima, aloca, administra e reduz os custos, particularmente os tipos ambientais de custos;

- controla o uso e os fluxos da energia e dos materiais;

- dá informação mais exata e detalhada para suportar o estabelecimento e a participação em programas voluntários, custos efetivos para melhorar o desempenho ambiental;

- informação mais exata e mais detalhada para a medida e o relatório de desempenho ambiental, assim melhorando a imagem de companhia com os stakeholders, tais como clientes, comunidades locais, empregados, governo e fornecedores.

8.2 - Benefícios potenciais à sociedade

- permite o uso mais eficiente de recursos naturais, incluindo a energia e a água;

- reduz os custos externos relacionados à poluição da indústria, tal como os custos da monitoração ambiental;

- fornece informações para a tomada de decisão, melhorando a política pública;

- fornece a informação ambiental industrial do desempenho que pode ser usada no contexto mais extenso das avaliações do desempenho e de condições ambientais nas economias e em regiões geográficas.

Os exemplos de muitas iniciativas ambientais que se beneficiam da Contabilidade de Gestão Ambiental incluem:

- prevenção da poluição

- design e implementação do sistema de gestão ambiental

- projeto para o ambiente

- cálculo dos custos, poupanças e benefícios de projetos

- estabelecimento de metas quantificadas de desempenho

- divulgação ao exterior de despesas, investimentos e responsabilidades em ambiente

- compra ambiental preferível

- avaliação anual dos custos/despesas em ambientes

- relatório externo na área do ambiente ou da sustentabilidade

- produção mais limpa, prevenção de poluição, gestão da cadeia de fornecedores e projetos de eco-design

- avaliação de investimentos, cálculo das opções de investimento

- preço dos produtos

- elaboração de orçamentos

- avaliação do desempenho ambiental dos indicadores e benchmarking

- relatório ambiental do desempenho.

9 - Conclusão

Os objetivos da administração, tradicionalmente, eram quase exclusivamente econômicos. No entanto, conforme Callenbach (19933), desde a segunda guerra, com a crescente integração da dimensão social na economia, o conceito de administração foi sendo gradualmente ampliado até incluir a dimensão ecológica. O mercado não mais aceita o descaso no tratamento dos recursos naturais. Os consumidores estão interessados em produtos limpos. A legislação torna-se mais rígida, imputando sanções aos infratores, obrigando as empresas a encarar com seriedade e responsabilidade a variável ambiental em sua estratégia operacional.

A empresa cidadã se desenvolve imersa na sociedade, na qual busca seus clientes, funcionários e outros insumos necessários para sua operação. Ela não se atém apenas aos resultados financeiros expressos em seu balanço, mas inova a formulação de um balanço social, em que avalia sua contribuição à sociedade.

Portanto, verifica-se que a sociedade é que dá permissão para a continuidade da empresa, conforme Kraemer (2000), e que os detentores de recursos não querem arriscar indefinidamente seus patrimônios em companhias que se recusem a tomar medidas preventivas na área social e ambiental. Posição semelhante assumem os consumidores. Profissionais competentes não podem comprometer a saúde em função da permanência em locais inadequados.

Logo, a empresa precisa se adaptar aos parâmetros exigidos para não agredir ao meio ambiente e, por meio do reconhecimento e divulgação do seu passivo ambiental e da evidenciação dos ativos ambientais e dos custos e despesas com a preservação, proteção e controle ambiental, ela torna claro para a sociedade o nível dos esforços que vem desenvolvendo com vistas ao atingimento de tais objetivos.

O contador, como menciona Sá (2000), precisa comparecer nesse novo cenário, com a disposição e competências necessárias para cooperar com a preservação do planeta, prosperidade das sociedades e valorização do homem. Deverá ser o agente capaz de disseminar a responsabilidade social na sua organização e nas empresas a quem presta serviços. É ele o detentor de informações ricas e privilegiadas, e capaz de influenciar positivamente as organizações e contribuir para a tomada de decisão.

Partindo dessa premissa, a Contabilidade não pode ficar fechada à escrituração e mensurações quantitativas do patrimônio da empresa. Ela deve estar aberta à evolução tecnológica e às mudanças rápidas do mundo moderno, estar presente na luta pela preservação ambiental natural, criando modelos contábeis eficazes e orientando o empresário na aplicação destes modelos para satisfazer as necessidades da riqueza da empresa com eficácia e também satisfazer com eficácia as necessidades do meio ambiente natural.

Referências

CALLENBACH, E., et al. Gerenciamento Ecológico – Eco-Manangement – Guia do Instituto Elmwood de Auditoria Ecológica e Negócios Sustentáveis. São Paulo: Ed. Cultrix, 1993.

CAMPANHOLA, C. Gestão ambiental e crescimento econômico. In: I Simpósio ambientalista brasileiro no cerrado. Contribuições para um novo modelo de desenvolvimento. Anais do I Simpósio Ambientalista Brasileiro no Cerrado. Goiânia: GO, 1995.

EPA. Environmental Protection Agency. Disponível em: www.epa.gov. Acesso em: 12 nov. 2002.

FENECH, F. C. Presentación y evaluación de la contabilidade social y medioambiental. Curso de verano de la Universidade de Burgo. 2002. www.ubu.es. Acesso em 19 de janeiro de 2003.

FUNDACIÓ Fórum Ambiental. Agencia Europea Del Médio Ambiente. Barcelona, abril de 2001. Perfil profesional del responsable de medio ambiente en las organizaciones. www.forumambiental.com. Acesso em 27 de novembro de 2002.

JUNIOR, S. B. Custos emergentes na contabilidade ambiental. Revista Pensar Contábil do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro – RJ: ano 3, nº 09, p.03-11, ago/out.2000/

KRAEMER, M. E. P. Contabilidade ambiental como sistema de informações. Revista Pensar Contábil do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro.. Rio de Janeiro - RJ: ano 3, n. 09, p.19-26, ago/out.2000.

KRAEMER, M. E. P. TINOCO, J. E. P. Contabilidade e gestão ambiental. São Paulo: Atlas, 2004.

KROETZ, C. E. S. Balanço Social. Teoria e Prática. São Paulo: Atlas, 2000.

MAIOR, G. S. Contabilidade ambiental. http://www.suspiros.com.ecologia. Acesso em 18 nov. 2003.

QUEIROZ, R. L. S., QUEIROZ, E. S. A contabilidade como um instrumento de gestão ambiental e empresarial, e sua contribuição à melhoria da qualidade de vida planetária. Revista Pensar Contábil do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro – RJ: ano III, nº 09, p.78-83, ago/out.2000.

RIBEIRO, M. S., LISBOA Lázaro Plácido. Balanço Social. Revista Brasileira de Contabilidade. Brasília - DF: ano 28, nº 115, p.72-81, jan/fev.1999.

RIBEIRO, M. S. Contabilidade e meio ambiente. FEA - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade - USP - Universidade de São Paulo - jul.1992. Dissertação de Mestrado.

SÁ, A. L. A função social do contabilista. Revista Mineira de Contabilidade. Belo Horizonte – MG: n. 03, p. 24-27, abr/jun. 2001.

SÁ, A. L. Perfil do contador moderno. Jornal do CRCMG. Belo Horizonte – MG. Set/2000.

http://es.inel.gov/partners/acctg/acctg.htm acesso em 12 de dez. de 2003.

link ., Enviromental Protection Agency de Estados Unidos. Acesso em 12 de nov. de 2003.

 

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