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ECONOMICIDADE DA PEQUENA CÉLULA SOCIAL

 





Werno Herckert
Contador
Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis
Membro da Associação Científica Internacional Neopatrimonialista
Membro da Corrente Científica Brasileira do Neopatrimonialismo

Palavras chaves. Economicidade, prosperidade, conhecimento, cliente e eficácia.


Perante a realidade de pesquisa efetuada que 80% das pequenas empresas desaparecem no primeiro ano de vida observamos que algo está mal. Toda empresa quando é constituída é para prosperar e se perpetuar através da temporalidade das funções de seus meios patrimoniais, de forma perene.

Analisemos alguns fatores que podem cooperar com a pequena célula social para sua economicidade e prosperidade e assim se perpetuar como ocorre com as diversas espécies na Biologia.

O CONHECIMENTO E A DINÂMICA DO CAPITAL

Ampliar o nível de conhecimento (do empresário e do pessoal) é, parece-me, um dos fatores básicos para a economicidade (sobrevivência) e prosperidade da célula social.

Deixar de lado formas já ultrapassadas e arcaicas e partir para novas formas de administrar parece ser a renovação que como constante deve prevalecer na evolução dos negócios. Partir para uma administração moderna, criativa onde todos possam participar e sentirem-se importantes são a chave do método transformador.

A freqüência a cursos, eventos, as leituras específicas etc. são instrumentos que a cultura empresarial reclama.

“Empresários que não renovam suas organizações e não investem em tecnologia estão com os dias contados no mundo dos negócios”.É o que diz John Donovan, professor adjunto do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e presidente do Grupo de Tecnologia de Cambrige (CTG) nos Estados Unidos.

Segundo Eduardo Botelho, (autor do livro a Empresa Inteligente, Editora Atlas), o principal problema na empresa está na cabeça do empresário. É preciso haver uma vontade de trocar experiências e buscar soluções. O pequeno empresário, por estar demais envolvido nos próprios problemas, não tem tempo para ampliar sua visão só tem farol baixo, só olha o imediato. Não consegue se relacionar com outros pequenos empresários, trocar idéias, ouvir e aprender.”(Ver revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios, Ano V, n. 58, novembro/93 p.81)”.

A força intelectiva, um bem imaterial que não se menciona e nem se registra na contabilidade tradicional, é que vai determinar a eficácia ou ineficácia do patrimônio.

Há, na atualidade, todavia, uma preocupação dos estudiosos em mensurar o poder intelectual que age na dinâmica da riqueza. Ele é uma força que modifica o capital. O patrimônio por si só não se movimenta. É necessária uma ação que o modifique. Contabilmente, movimento é transformação do meio patrimonial. Um motor que está parado tem potencialidade mas está sem função, portanto, na inércia. Por influência ambiental endógena ou exógena o motor pode sair de sua inércia e colocar-se em movimento e, assim, há uma transformação no seu valor de utilidade.

Na Física há movimento quando o corpo impulsionado por uma força sai da inércia.


FUNÇÃO E DISFUNÇÃO DO MEIO DE PAGAMENTO

A função da liquidez é pagar em dia os compromissos com terceiros. Sempre que se paga nos prazos se exerce a economicidade. Cria-se, assim, a confiabilidade perante os fornecedores. Este ambiente de confiança que se cria pela eficácia da liquidez é um fator invisível que atua positivamente na dinâmica do meio patrimonial. A confiabilidade é um valor necessário para que se exerça a economicidade.


RESULTABILIDADE E ECONOMICIDADE

Para a sanidade patrimonial é necessário que tenha lucro por pequeno que seja. Quando há resultabilidade se exerce a economicidade. Quando há rédito negativo não se exerce a economicidade. Há casos em que se vende o meio patrimonial com prejuízo para atrair o cliente, para derrotar um concorrente ou atrair outras vendas.

É paradoxal admitir que a perda, às vezes, é uma necessidade. Em determinadas circunstâncias o empresário pratica-a voluntariamente para atrair clientes ou para fazer concorrência a outros empresários. Sobre o paradoxo da perda eficaz o Prof. Lopes de Sá (2000) nos ensina: “a perda só se comprovará eficaz se e somente se resultar em elemento futuro que venha a representar um acréscimo de valor na empresa e que possa, não só anular a redução momentânea, mas superá-la”.

A perda em um determinado período pode ser fator de economicidade.

O lucro é um dos objetivos básicos do empresário. Leitner da Escola reditualista alemã ensinava, como base de estudos, a maximização do lucro. Defendia ele a compra ao mais baixo preço e a venda ao mais alto preço possível. Rieger ensinava que a empresa é um instrumento de lucro e assim o rédito a coisa de maior significação. Desprezou, portanto, a concepção social da azienda. Também Hoffmann ensinava, como objeto de estudos, a obtenção dos lucros. O Prof. Lopes de Sá (1998) leciona: “O rédito é um fenômeno que provém da ação humana, da natureza, do capital, pois muitos são os fatos endógenos e exógenos que influem sobre o capital é inequívoco, mas para o patrimonialismo ele é um fenômeno do capital”.
Ainda diz: “O fenômeno do rédito acontece quando o capital (aqui entendido como todo o patrimônio da empresa), volvido à obtenção da finalidade lucrativa, varia, por efeito de sua movimentação, em decorrência da atividade desenvolvida para a utilização do mesmo”.

O CLIENTE E O MEIO PATRIMONIAL

Na concepção moderna o cliente é tido como o patrão. É como uma força que faz girar o meio patrimonial. Giro é uma sucessão contínua de circulação. Circulação ensina o Prof. Lopes de Sá: (Obra citada na bibliografia) “é a simples transformação ou passagem de um estado a outro, de um componente da riqueza ou meio patrimonial”.

O cliente é um agente propulsor da dinâmica patrimonial. Ele é o agente fundamental para que se tenha economicidade do pequeno patrimônio. Com o cliente há função do meio patrimonial. Sem o cliente não há função plena do meio patrimonial.

A clientela é uma riqueza imaterial que não se menciona e nem se registra na contabilidade tradicional, mas é um ativo intangível cuja mensuração e registro preocupa os estudiosos. Vogel (2000) cita como a 2a. perspectiva estratégica del Balanced Scorecard (BSC) - El Tablero de Comando.

A demonstração de honestidade por parte do empresário e do pessoal gera um clima de confiança no cliente. Esta honestidade é uma força magnética que atrai o cliente e a desonestidade é uma força que repele o cliente. Assim, também, na física existe uma força magnética que atrai o corpo e outra que repele o corpo. O aumento da clientela é importante para a dinâmica da riqueza. Aumentando-se o número de clientes aumenta-se o giro do meio patrimonial. A redução da clientela diminui o giro da mercadoria. Repito, o cliente é um elemento fundamental para que a empresa tenha economicidade e prosperidade.

Citemos alguns fatores de qualidade na atração do cliente:

O carisma e a criatividade intelectiva do empresário.
A honestidade do empresário e do pessoal (Ética nos negócios)
O preço e qualidade dos produtos.
As promoções de mercadorias.
O atendimento ao cliente.
A espacialidade (localização)

CONCLUSÃO

O conhecimento é fundamental para que se tenha economicidade na pequena riqueza. O cerne da sobrevivência e prosperidade do pequeno patrimônio está na capacidade intelectiva e criativa de seu proprietário. A influência ambiental endógena exercida sobre a dinâmica do capital é que vai determinar sua eficácia ou ineficácia.

A corrente doutrinária Lopesista, com competência vem analisando esses fatores e se firmando como a mais avançada doutrina da contabilidade do 3o. milênio e segundo a mesma a Prosperidade é a grande meta, mas, esta dependerá sempre da eficácia na gestão dos capitais.







 

BIBLIOGRAFIA


HERCKERT, Werno. A contabilidade em face do futuro e o neopatrimonialismo. IPAT Boletim, Belo Horizonte, novembro de 2000.

HERCKERT, Werno. Ativo imaterial e força intelectual. IPAT Boletim, Belo Horizonte, novembro de 2000.

HERCKERT, Werno. Patrimônio e as influências ambientais. Horizontina: Megas, 1999.

HERCKERT, Werno. Sistema da economicidade sob a ótica do neopatrimonialismo. Disponível em: <www.contadorperito.com>. Acesso em: outubro de 2000

HERCKERT, Werno. Sistema da liquidez sob a ótica do neopatrimonialismo. Disponível em: <www.monografias.com/trabajos10/sili/sili.shtm1>. Acesso em: setembro de 2000

HERCKERT, Werno. Repensar a pequena empresa. Três de Maio (RS): Vilani, 1997.

SÁ, Antônio Lopes de. Teoria da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1998.

SÁ, Antônio Lopes de. História geral e das doutrinas da contabilidade. São Paulo: Atlas, 1997.


SÁ, Antônio Lopes de. Paradoxo contábil da perda eficaz. Disponível em: <www.lopesdesa.com.br>. Acesso em: maio de 2000

SÁ, Antônio Lopes de. Consciência administrativa perante o desconhecido. Disponível em: <www.lopesdesa.com.br>. Acesso em: dezembro de 2000

SÁ, Antônio Lopes de. Valores alem e aquém do capital. Disponível em: <www.lopesdesa.com.br>. Acesso em: novembro de 2000

SÁ, Antônio Lopes de. Futuro das empresas e informação. Disponível em: <www.lopesdesa.com.br>. Acesso em: dezembro de 2000

SÊMOLA, Marcos. Sete dicas para proteger o seu negócio. Disponível em: <www.modulo.com.br>. Acesso em: novembro de 2000

VOGEL, Mario Hector. Gerenciar sólo por indicadores financeiros es un suicidio. Disponível em: <www.tablerodecomando.com> . Acesso em: diciembre de 2000

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